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Evolução do Xbox de 2001 a 2020

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Lançado em 15 de novembro de 2001 nos Estados Unidos com design em preto e verde, o console chegou ao mercado norte-americano com o preço de US$ 300. Na época, a intenção da Microsoft era competir por um espaço no mercado de videogames, amplamente dominado pela Sony e pela Nintendo, na época com os consoles PlayStation 2 GameCube, respectivamente.

Entre as novidades da primeira geração, os aspectos técnicos foram surpreendentes para a época. A memória de 32 MB e também um disco rígido de 8 GB estavam presentes, e ainda assim, o Xbox foi o primeiro videogame a incluir um disco-rígido (HD) integrado. Como consequência, a Microsoft começou a ganhar fãs, notoriedade e, principalmente ótimos jogos de tiro em primeira pessoa. O sucesso da franquia de ficção-científica e militar, Halo, caracterizou o êxito da companhia de Bill Gates.

A primeira versão do console pesava em torno de 3,9kg o que torna o console mais pesado da Microsoft, a Primeira versão vendeu um pouco mais do que 24 milhões.

O primeiro console da Microsoft também trouxe outro fato inédito, o Xbox Live, que possibilitava uma conexão à internet com a rede de jogos e tinha o modelo de negócios baseado em assinatura dos usuários. Além de outras vantagens, como acesso a músicas e aplicativos.

Xbox 360

Xbox 360 lançado em 22 de novembro de 2005 contava com vários modelos, uma vantagem para deixá-lo personalizado para o cliente, como modelos de disco rígido entre até 320 GB. O console tinha um processador com placa de vídeo de três núcleos capaz de operar até seis segmentos simultâneos com uma memória de 512 MB. A capacidade de renderização de gráficos era bem superior se comparado até mesmo com o PlayStation 3 e o Nintendo Wii.

Como resultado do investimento pesado em um hardware potente, a Microsoft bateu a Sony ao superar a gigante japonesa em vendas, alcançando a incrível marca de 77 milhões de Xbox 360 vendidos pelo mundo!

Além do lançamento, o Xbox Live também teve várias melhorias e o serviço cresceu. O software sofreu várias instabilidades ao longo dos anos e conseguiu se firmar no ano de 2011, um ano após chegar ao mercado um dispositivo inovador que, mesmo tendo vários problemas e sendo abandonado futuramente, ajudou a crescer a popularidade do Xbox.

A Microsoft continuou investindo em aperfeiçoar o Xbox 360, com o console ganhando dois novos modelos distintos. Os modelos S (Slim) e E (Elite) foram introduzidos em 2010 e 2013, respectivamente. Essa “ramificação” do console da geração seria uma tendência que a Microsoft iria adotar em seus próximos lançamentos.

Xbox One

A Microsoft entrou na oitava geração de consoles, em novembro de 2013, com o Xbox One – que recebeu esse nome por ter sido vendido pela empresa como um aparelho de entretenimento all-in-one. Além do console, a caixa do produto também trazia a segunda geração do Kinect, agora com resolução de 1080p, sistema de rastreamento aprimorado e monitor cardíaco.

Até o momento, em mais de 47 milhões de unidades no mundo, o Xbox One além de rodar jogos se tornou um eletrônico multimídia, sendo possível assistir conteúdo via CD, DVD, Blu-Ray e dispositivos via USB, como pendrives. Além disso, o console também pode capturar e compartilhar gameplay.

O controle do Xbox One é similar ao do 360, mas com alguns ajustes, especialmente no quesito ergonomia, pegada e analógicos. O feedback háptico foi melhorado também. Em resumo, é um joypad bem confortável de usar.

O controle do Xbox One é similar ao do 360, mas com alguns ajustes, especialmente no quesito ergonomia, pegada e analógicos. O feedback háptico foi melhorado também. Em resumo, é um joypad bem confortável de usar.

Xbox Séries X e S

O Xbox Series X e Series S fazem parte da nona geração de consoles e chegaram em novembro de 2020. A Microsoft lança, ao mesmo tempo, a versão topo de linha do seu aparelho (o Series X) e uma opção com melhor custo-benefício (o Series S) que é 100% digital.

A primeira grande novidade é adoção do SSD (em ambas as versões do console), no lugar do HD, para carregamento mais rápido. Os aparelhos também contam com Quick Resume para voltar ao jogo de forma quase instantânea, suporte a HDMI 2.1, taxas de quadros de até 120 fps, DirectX Ray Tracing e VRS (taxa variável de sombreamento).

Além do preço e design, a maior diferença do Series X para o S é o poder gráfico: o X tem 12 teraflops e é capaz de renderizar jogos em 4K. Já o S tem 4 teraflops e fica limitado a 1440p (com upscaling em 4K). Outra diferença é na capacidade do SSD: 1 TB para o Series X contra 512 GB do S.

O Xbox Wireless Controller passa a ser um pouco menor no X e S, em relação ao Xbox One. Fora isso, há poucas mudanças visuais: d-pad agora abandona o formato de cruz e adota um direcional circular (parecido com o do Elite Controller) e os gatilhos têm uma textura para melhorar a pegada.

Também há a presença de um botão de compartilhar, além dos botões de menu e captura, que ficam no centro do controle. Na versão do Series S, a única mudança é a cor, para acompanhar a aparência do console. Ah, sim… Pilhas… Elas ainda são necessárias.

Recursos como retrocompatibilidade (para jogos do Xbox One, 360 e o primeiro Xbox) e Smart Delivery (ou Entrega Inteligente), que entrega a melhor versão possível do jogo, estão disponíveis.

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